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| Palmeira das Missões |
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| Barra Funda |
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| Sarandi |
A greve que já está rumando ao 11º dia em nível
nacional, ainda não tem previsão pra encerrar, principalmente, por que agora
outras categorias se aliaram na manifestação e aos motoristas. No Rio Grande do
Sul mesmo com a intervenção da Força Nacional em Três Cachoeiras e com a
liberação do km 22 da BR 101, o protesto de caminhoneiros no estado ainda
bloqueia 12 rodovias federais e 14 estradas estaduais. Desde o começo desta
semana, aqui no Estado, a categoria se manifesta contra o aumento de
combustível, e reivindica melhorias nas estradas e a criação de uma tabela com
preços fixos a serem cobrados pelo frete por quilômetro rodado, não mais por
viagem.
Em nossa região, Barra Funda, Sarandi e Palmeira
das Missões estão em ato de manifestação, não apenas pelos motoristas, mas
agora também defendendo agricultores e demais classes trabalhistas que estão
sendo prejudicadas pelo atual governo. Em Barra Funda os protestantes reuniram-se
nas margens da ERS 569, para reivindicar contra o aumento dos combustíveis e
dos pedágios, bem como de tributos sobre os transportes. Em Sarandi, ás 17
horas começou uma carreata com carros, ônibus, caminhão, apoiando a causa dos
caminhoneiros, contra a corrupção e a alta de combustíveis e impostos no Brasil,
que teve saída em frente á Viccina (próximo ao posto Colombo) pela cidade
deslocando-se até o bairro papagaio.
Palmeira também aderiu o movimento e parou. Após
audiência na manhã desta sexta-feira (27) na Prefeitura Municipal o Poder
Executivo, juntamente com entidades do município, decidiram apoiar o manifesto
dos caminhoneiros que começou ás 15 horas, com concentração no Calçadão da Av.
Independência, em direção ao Pórtico Norte, km 0.
Devido aos protestos, o comércio fechou as portas
a partir das 15 horas. Apoiam o manifesto: Prefeitura Municipal, Câmara
Municipal, Acaip, CDL, Sindilojas, Sindicato Rural, Lions, JCI, Ascopal, UPF e
Rotary Club.
A nível nacional, crescem os pontos de bloqueio e
paralisações. O governo tenta negociar o fim da greve dos
caminhoneiros. Com o transporte parado, em nossa região, já faltam
alimentos, especialmente os perecíveis, além de combustível. Outros setores
também sentem dificuldades para escoamento da produção, principalmente os
produtores de leite. Com a paralisação caminhoneiros mostram sua força de
organização e a vital importância do setor para todas as atividades da economia
local, regional e nacional.
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| Barra Funda |




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