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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Resumo da Paralisação hoje sexta-feira

Palmeira das Missões
Barra Funda
Sarandi
A greve que já está rumando ao 11º dia em nível nacional, ainda não tem previsão pra encerrar, principalmente, por que agora outras categorias se aliaram na manifestação e aos motoristas. No Rio Grande do Sul mesmo com a intervenção da Força Nacional em Três Cachoeiras e com a liberação do km 22 da BR 101, o protesto de caminhoneiros no estado ainda bloqueia 12 rodovias federais e 14 estradas estaduais. Desde o começo desta semana, aqui no Estado, a categoria se manifesta contra o aumento de combustível, e reivindica melhorias nas estradas e a criação de uma tabela com preços fixos a serem cobrados pelo frete por quilômetro rodado, não mais por viagem. 
Em nossa região, Barra Funda, Sarandi e Palmeira das Missões estão em ato de manifestação, não apenas pelos motoristas, mas agora também defendendo agricultores e demais classes trabalhistas que estão sendo prejudicadas pelo atual governo. Em Barra Funda os protestantes reuniram-se nas margens da ERS 569, para reivindicar contra o aumento dos combustíveis e dos pedágios, bem como de tributos sobre os transportes. Em Sarandi, ás 17 horas começou uma carreata com carros, ônibus, caminhão, apoiando a causa dos caminhoneiros, contra a corrupção e a alta de combustíveis e impostos no Brasil, que teve saída em frente á Viccina (próximo ao posto Colombo) pela cidade deslocando-se até o bairro papagaio.
Palmeira também aderiu o movimento e parou. Após audiência na manhã desta sexta-feira (27) na Prefeitura Municipal o Poder Executivo, juntamente com entidades do município, decidiram apoiar o manifesto dos caminhoneiros que começou ás 15 horas, com concentração no Calçadão da Av. Independência, em direção ao Pórtico Norte, km 0.
Devido aos protestos, o comércio fechou as portas a partir das 15 horas. Apoiam o manifesto: Prefeitura Municipal, Câmara Municipal, Acaip, CDL, Sindilojas, Sindicato Rural, Lions, JCI, Ascopal, UPF e Rotary Club.
A nível nacional, crescem os pontos de bloqueio e paralisações. O governo tenta negociar o fim da greve dos caminhoneiros.  Com o transporte parado, em nossa região, já faltam alimentos, especialmente os perecíveis, além de combustível. Outros setores também sentem dificuldades para escoamento da produção, principalmente os produtores de leite. Com a paralisação caminhoneiros mostram sua força de organização e a vital importância do setor para todas as atividades da economia local, regional e nacional. 
Barra Funda



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